Ações assertivas do governo trazem de volta o otimismo ao país

Ações assertivas do governo trazem de volta o otimismo ao país

O Brasil finalmente está deixando a UTI para respirar sem ajuda de aparelhos. Após anos de retração econômica, a população brasileira já pode atestar no seu cotidiano o que os números estatísticos vêm nos mostrando: estamos diante de uma retomada consolidada da estabilidade fiscal e financeira.

Outubro registrou o melhor saldo positivo na geração de vagas formais de emprego. As famílias aumentaram seu poder aquisitivo; a inflação está em 2,5% ao ano; o superávit comercial vai bater recorde de 70 bilhões de dólares; os índices de confiança do consumidor, do comerciante e do industrial, conforme a  Fundação Getúlio Vargas estão em alta; a taxa básica de juros está reduzida a 7,5%, deixando os juros reais em 3% ao ano e os investimentos estrangeiros nos últimos 12 meses chegaram a 83 bilhões de dólares.

Na última terça-feira (21/11), o ministro da Fazenda Henrique Meirelles esteve em audiência pública na Câmara dos Deputados, na qual apresentou a estratégia de ajuste fiscal com o corte gradual da despesa, sem aumento da carga tributária.

O Banco Mundial prevê para 2018 um aumento significativo do crescimento econômico iniciado nas economias avançadas e refletidas nas emergentes. Isso reforça o impulso e o otimismo dos investidores brasileiros e dos investidores estrangeiros interessados nessa nova fase do Brasil. A previsão é de uma alta de 3% no Produto Interno Bruto (PIB) EM 2018.

O Governo já fez corte expressivo das despesas discricionárias. Corte real de 26% até setembro deste ano ante mesmo período do ano passado.

Ações assertivas do governo federal com apoio do Congresso Nacional para facilitar o acesso ao crédito, reduzir os juros, derrubar a inflação e reorganizar a forma de fazer negócios no Brasil, reitero, resultaram em mais empregos, mais investimentos e mais consumo. Essa engrenagem está fazendo o país caminhar confiante em um futuro melhor.

Às vezes, é necessário remédio amargo, mesmo que o paciente faça cara feia, para curá-lo de doença avançada.

Autor: Nelson Marquezelli,  deputado federal (PTB-SP)

Category Política

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